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Microsoft apresenta oito tendências digitais sobre brand engagement

Estudo conduzido pela Microsoft Advertising, IPC Mediabrands e The Future Laboratory, analisou as opiniões de mais de 8.000 entrevistados na Europa, EUA, Rússia, Brasil e China

Lisboa, 6 de janeiro de 2014 – A Microsoft, IPG Mediabrand e The Future Laboratory apresentam “Digital Trends”, um estudo completo que explora as principais tendências mundiais para um futuro próximo, e que as marcas devem considerar nos seus planos de marketing.

O estudo teve por base entrevistas a 8.055 consumidores nos Estados Unidos, Europa, Rússia, Brasil e China. O principal objetivo era analisar hábitos e expetativas dos consumidores de diferentes mercados, bem como o papel da tecnologia nas suas vidas, para identificar as principais tendências que se vão fazer sentir no futuro.

"Digital Trends" introduz uma nova visão que permite analisar o mundo digital: a internet já não é uma novidade e o consumidor é a prioridade número um. Neste contexto - onde a tecnologia já está completamente adotada e o consumidor está consciente dos seus direitos e necessidades - destacam-se oito tendências, essenciais para que as marcas sejam cada vez mais eficazes.

  • Valorizem-me: Os consumidores estão cientes de que a sua atividade online é valiosa para as marcas. 45% dos consumidores online globais estão dispostos a vender os seus dados à marca certa e pelo preço certo. 30% destes consumidores já sabem como trocar os seus dados por recompensas.

  • As minhas estatísticas: As pessoas gostam de poder medir o desempenho diário dos seus corpos e mentes (calorias, batimentos, horas de sono, etc). 55% dos consumidores estão mais propensos a comprar um produto ou serviço de uma marca que os ajude a identificar formas de melhorar a sua qualidade de vida.

  • O direito ao anonimato: Os consumidores querem controlar a sua pegada digital. É por esta razão que preferem marcas que permitem a gestão da sua privacidade. 65% dos entrevistados dizem ter mais tendência para comprar produtos de marcas que permitem o controlo da sua privacidade.

  • Redes de nicho: Cansados e sobrecarregados pelas redes sociais globais, os consumidores procuram redes menores, locais e feitas sob medida para preencher as suas necessidades. As marcas precisam de se relacionar com os seus consumidores e responder às suas necessidades específicas, partilhadas nas redes de nicho. 41% dos entrevistados utilizam redes sociais especializadas e preferem esta experiência em detrimento das redes sociais generalistas. E 53% dos entrevistados preferem interagir com uma marca se esta estabelecer uma relação genuína e permitir a satisfação dos seus interesses específicos.

  • O culto da criação: Utilizadores - e especialmente os jovens consumidores - apreciam novas experiências através do processo de criação, em detrimento do mero consumo. As marcas têm de estar mais abertas e convidar os seus consumidores a colaborar, customizar e experimentar os seus produtos. 49% espera que as marcas sejam abertas e que lhes permitam participar na criação de um novo produto ou serviço a partir do design e funcionalidades originais.

  • Estar On de modo inteligente: Nem sempre desligado, nem sempre ligado. A chave é saber quando, onde e como comunicar a sua mensagem de forma a ser ouvido. Mais de metade dos consumidores (54%) espera que as marcas saibam o momento exato para falarem com eles.

  • À espera de surpresas: À medida que a sua relação com a tecnologia evolui, os consumidores esperam cada vez mais oportunidades para serem agradavelmente surpreendidos pelas tecnologias digitais que já os conhecem tão bem. 61% dos consumidores têm maior tendência a comprar um produto ou serviço de uma marca que oferece este tipo de experiências, surpreendentemente agradáveis.

  • O digital na vida real: As novas tecnologias envolvem todos os nossos sentidos e trazem o mundo digital para a vida real. Em breve, as marcas vão necessitar de criar experiências multissensoriais, tanto em espaços físicos como virtuais. 61% dos entrevistados estão mais inclinados a comprar uma marca que permite acesso aos seus produtos tanto numa loja física como virtual. Um exemplo é o IlumiRoom, um protótipo da Microsoft Research que aumenta a área em redor da televisão através de projeções (utilizando o chão e as paredes) para complementar a experiência tradicional. Por exemplo, há lojas que já estão a desenvolver apps que, através de realidade aumentada, permitem aos consumidores visualizar em suas casas versões 3D de móveis.

As conclusões deste estudo são parte do compromisso da Microsoft Advertising com os anunciantes, de modo a ajudá-los a serem mais eficazes nas suas campanhas. De acordo com Rui Freire, Country Manager da Microsoft Advertising Portugal: "É necessário conhecer as últimas tecnologias para proporcionar experiências cada vez mais surpreendentes e criativas. O consumidor é a prioridade: estamos a falar de consumidores que sabem que devem ser colocados em primeiro lugar e que consideram este tipo de inovações, quer ao nível do Marketing, quer da Publicidade, fundamentais para o aumento do valor da marca".



Fonte: Microsoft
‹ voltar Noticia inserida a 10-01-2014 por QUANTINFOR - Consultoria e Informática